Relato de uma Pesquisa Científica

O quanto os acervos e programas de documentação e memória podem ser favoráveis para a construção de relacionamentos entre a instituição e seus públicos? No meio de tanto caos, as relíquias do tempo merecem um pouco mais de atenção, por isso realizo esta pesquisa. Se deixarmos que o passado se degenere silenciosamente, onde ficará a nossa identidade? Instituições são como pessoas, uma amnésia pode derrotar o futuro.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Fim de um dia de trabalho

Cansada... é assim que estou me sentindo. Agora terei de refletir mais, pois é chegada a hora de fazer a análise dos questionários, escrever artigo, escrever relatório parcial...

Decretei o fim do prazo de entrega dos questionários por parte das instituições contatadas. Ao todo, foram 37 instituições, 23 responderam. Sendo que das 37, uma me afirmou que não adota programas de Memória Institucional (portanto eu me enganei na busca), outra está com o projeto "engavetado", e outras duas têm espaços ainda muito modestos para serem considerados "acervos". Duas me confirmaram que os responsáveis pelos acervos estavam de férias, por isso ficaria difícil responder.

Fiz três tentativas. 9 instituições responderam na primeira chamada, 11 na segunda, 1 (!) na terceira e 1 pessoalmente.

Agora estou sistematizando as respostas e me surpreendendo com algumas. Um dos pontos que me chamam a atenção é que a área da Comunicação ainda pouco está presente nos memoriais. Espero que essa minha pesquise estimule ao novo nicho de atuação. É preciso investigar o quanto os "comunicólogos" podem fazer diferença na hora da instituição contar a sua história. Eis a minha função...

zzzzzzz, que sono, por hoje é só.

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