De fato, entrando na Pesquisa, a minha primeira atitude foi ler Paulo Nassar. Através dele, consegui me familiarizar melhor com o assunto, pois até então tudo parecia novidade!Após o Nassar, passei a pesquisar artigos, trabalhos acadêmicos, publicações sobre o assunto. Lembro-me que estava super empolgada. Encontrei relativamente pouca coisa, mas já era material necessário para servir de base. A seguir, meti a cabeça nas leituras, livros e mais livros, o que eu gosto bastante de fazer. (Confesso que gostaria mais se fosse literatura mesmo, bem, mas aí já são outros quinhentos. Terei de deixar "Assis Brasil", "Moacyr Scliar", "Érico Verissimo", etc para outra hora, hehehe).
Quando enveredei para os livros de História, Antropologia, Sociologia, quase arranquei os cabelos - apesar de querer entender o assunto. Nas primeiras leituras, eu me perguntava se estava louca, o que eram aquelas palavras? Contudo, aos poucos captei a calma, li diversas vezes as mesmas páginas, resolvi ser mais seletiva ns capítulos (ou seja, buscar só o que interessa), consegui vencer o pavor inicial.
Quanto aos livros de Relações Públicas, artigos da área, não foi tão difícil. Afinal, estou há um ano e meio neste curso e os professores conseguiram me transmitir muitos ensinamentos. Claro, houve sim um obstáculo: ESCASSEZ DE LIVROS SOBRE RRPP - AUTORES BRASILEIROS. São 3 0u 4 os mais tradicionais, o resto são dos Estados Unidos. Uma situação que me deixa deveras encabulada é ver a prateleira do meu curso quase vazia em uma das maiores bibliotecas da América Latina. Isso não pode ficar assim! Ei, colegas de Relações Públicas, vamos trazer ciência para a profissão!
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