Relato de uma Pesquisa Científica

O quanto os acervos e programas de documentação e memória podem ser favoráveis para a construção de relacionamentos entre a instituição e seus públicos? No meio de tanto caos, as relíquias do tempo merecem um pouco mais de atenção, por isso realizo esta pesquisa. Se deixarmos que o passado se degenere silenciosamente, onde ficará a nossa identidade? Instituições são como pessoas, uma amnésia pode derrotar o futuro.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Aprendendo a aprender... Congresso Abrapcorp


Já passou algum tempo depois do evento, mas não posso deixar de falar do IV ABRAPCORP* - Comunicação Pública: Interesses Públicos e Privados. O congresso reuniu na PUCRS e na UFRGS os estudantes, pesquisadores, professores e profissionais da Comunicação para discutir questões pertinentes à área. Durante os dias 20 21, 22 de maio a programação do evento oferecia conferências, painéis, debates, oficinas, apresentãção de Grupos de Trabalhos e Espaço de Iniciação Científica.

Até fiquei um pouco cansada de tanto estudar e ouvir falar de estudos, porém, isso é um detalhe insignificante se comparado à riqueza de conhecimento obtida. Além do mais, pude divulgar a pesquisa.

Na hora de apresentá-la eu estava bem segura, e o trabalho foi um sucesso. Recebeu uma crítica, mas isso é "normal", não é mesmo? O pesquisador precisa lidar com esse tipo de situação e, assim, conquistar novas aprendizagens. Todos os vencedores, já foram criticados alguma vez nas suas vidas. Através de reuniões intelectuais do gênero, escutamos a sabedoria dos outros e aprendemos que o que nos falta é... APRENDER AINDA MAIS!

O importante não é o que sabemos até agora, mas sim a humildade em reconhecer que ainda há um oceano de descobertas pela frente.

Por fim, conversei com outros estudantes e pudemos desfrutar de um importante intercâmbio de ideias e experiências.

*Associação Brasileira dos Pesquisadores em Comunicação Organizacional e Relações Públicas

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mãos à massa

Semana passada tive o meu primeiro artigo "corrigido" pela coordenadora do projeto, e, no primeiro instante, levei um susto. Quantos erros!! Mas acho que isso é normal e até necessário para o meu crescimento.

Um trabalho científico é muito mais difícil do que eu pensava. Ao mesmo tempo, porém, torna-se desafiante. Difere de tudo que escrevemos no dia-a-dia, nele todos os passos devem ser descritos, para que não pareça um simples "achismo" ou um "chute" improvisado. A ciência é um processo rigoroso, onde predomina a causa e o efeito, a objetividade, a comprovação.

Nesses últimos dois meses, concentrei as energias na "exteriorização" da pesquisa: passo fundamental para que ela se torne conhecida e debatida pela sociedade.

Agora, durante o fim de maio e todo o mês de junho, a minha tarefa será o levantamento bibliográfico baseado em cinco assuntos chave: Relações Públicas (todas as publicações desde 2005), Comunicação Institucional, História Institucional (Organizacional, Empresarial), Memória Institucional (Organizacional, Empresarial, Cultural) e Acervo Institucional(Organizacional, Empresarial, Cultural)

Mãos à massa... que já estou atrasada.