Ainda falando sobre a leitura de Margarida Kunsch, aprendi que,assim como para ser belo não adianta ter apenas uma parte bonita,
assim como não cai bem usar um sapato novo com uma roupa toda surrada,
na comunicação ocorre o mesmo fenômeno:
TODAS AS ÁREAS PRECISAM ESTAR EM COMBINAÇÃO, EM SINERGIA!
Kunsch defende que a Comunicação de uma empresa é dividida em: Mercadológica, Administrativa, Interna e Institucional. Apesar de estarem didaticamente separadas, elas devem andar "juntas" para a formação de uma identidade empresarial mais coerente. Se uma sai do compasso das demais, é como um estômago que trabalha fora do normal no corpo humano (boa comparação, hein?!). A comunicação de uma empresa também é um sistema. Qualquer desvio, discordância, recuo ou avanço - em apenas uma das partes - pode deixá-la mais frágil, vulnerável e ineficaz.
Para ser um comunicador de sucesso, o cara tem que virar um escultor de mensagens. Sim, mensagem é fácil de emitir, mas saber compô-la com harmonia e fazer com que ela pareça simpática aos públicos, bem, é trabalho de "artista". Digo "arte" no sentido de que as palavras + ações + projetos + campanhas etc devem formar um todo atraente. Qualquer coisa que não combina, sei lá, faz a obra perder um pouco de seu poder.
Também digo "arte" no sentido de sensibilidade. O comunicador não pode ser só um emissor de informações, ele também tem que deixar o outro lado falar, sentir e compreender as suas necessidades - após, transmitir (de forma correta) para o resto da empresa para que esta tome as devidas providências.
Enfim, uma boa comunicação pode ter várias acordes, provindos das diferentes áreas, mas, em suma, deve formar uma só melodia. Bem afinada, diga-se de p
assagem.
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