
Continuando: ... Ou seja, está na hora de comemorar, de socializar nossas memórias. Porém, cuidado, pois atualmente "os ritos de recordação concretizam-se como meras cerimônias, sem a seiva da comunhão ritual."(CATROGRA, 2001)
Não adianta a empresa promover um evento sobre seus "x" anos de existência, se ela não reconhece os seus princípios, os seus valores, suas tradições, a essência instalada em suas práticas, o seu modo de reagir frente aos desafios, e, sobretudo, a voz dos seus funcionários e da comunidade que lhe rodeia. Em suma, a comemoração tem que ser de corpo e alma!
Concordo plenamente. Salve Pierre Nora! Recordar é viver. A mémória institucional deve ser valorizada. Salve a todos os que fizeram o trabalho de uma empresa dar resultado.
ResponderExcluirTenho dito
Leonardo Fister.