Atualmente a pesquisa está em processo de"procura" por instituições no RS que adotem programas de documentação e memória. Aliás, já passei dessa fase (eta fase difícil, realmente são poucas a que investem em Memória Institucional), agora estou enviando questionários para estudar como procedem diante deste tema.Por enquanto, é uma questão de paciência aguardar as respostas, mas a minha orientadora falou que é absolutamente normal uma demoradinha. Pesquisa é isso mesmo, nada pode ser com afobação. Estou louca para ver as respostas, tenho certeza que vou me surpreender. Uma coisa é estudar as teorias, ir atrás do que os autores falam. Outra, bem diferente, é ver como andam as coisas na prática. Até porque essa interface das Relações Públicas com a História ainda é incipiente no universo das ações sociais.
... E, se depender de mim, vou disseminar bem a ideia para que ela não seja adotada apenas como uma moda passageira, e sim como uma atitude (consciente e permanente) em busca de melhores relacionamentos com todos os tipos de públicos. Em busca de uma sociedade mais conhecedora de suas próprias raízes, para que possam tomar melhores decisões no futuro.
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