Relato de uma Pesquisa Científica

O quanto os acervos e programas de documentação e memória podem ser favoráveis para a construção de relacionamentos entre a instituição e seus públicos? No meio de tanto caos, as relíquias do tempo merecem um pouco mais de atenção, por isso realizo esta pesquisa. Se deixarmos que o passado se degenere silenciosamente, onde ficará a nossa identidade? Instituições são como pessoas, uma amnésia pode derrotar o futuro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Quando as leituras ficam complicadas


Pois é, hoje tirei a tarde para ler um livro "Não Lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade"/Marc Augé... Mas, recorri a uma técnica que não sei se é a certa, mas é necessária quando se tem em mente buscar muitos outros livros: Fui direto ao índice e procurei o assunto que mais fazia sentido para a minha pesquisa. Vou confessar outra coisa também: apesar de História me chamar bastante a atenção, ainda me sinto deveras confusa, até porque meu curso é outro (vocês bem sabem que é Relações Públicas), então bate um sono taãão forte (ainda mais depois do almoço). Preciso de umas aulas com o pessoal das Ciências Humanas!


Mas aos poucos eu vou conseguir, afinal, já consegui nas outras referências. Dentre os livros de História que eu mais gostei foi um sobre História Oral do Paul Thompson. Sim, aquele não deu tanto trabalho. Achei a linguagem bem acessível. Agora, com o "Matéria e Memória" do Henri Bergson, desisti. Não dá, infelizmente o mundo das Relações Públicas ainda está longe dessa abordagem, ou seja, não tenho cadeiras desse cunho histórico. De modo que fico boiando em determinados conteúdos comentados no decorrer das leituras. Aí o sono vem com força total.


Acho que são dificuldades normais numa vida de pesquisador, não é mesmo? Persistência não pode faltar.

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